
E mais uma vez a embriagada menina torna a ser a sóbria mulher.
Ainda sentindo os sintomas por ter bebido demais.
Náuseas, mal estar e sentimentos de culpa.
-“Por que cai nessa tentação novamente? Uma hora eu aprendo e paro.”
Tola garota. Mal sabe que beber também faz bem.
Um gole de vez em quando...
Um porre hora ou outra, não a deixara fraca.
Mas, a ensinara beber.
Porque nem todos sabem apreciar as bebidas e acabam “virando o copo” ate mesmo com puro álcool.
Pobre menina... Com os olhos de criança, olha em todos os copos, garrafas e bares. Sedenta por uma boa bebida. Chega ate a lamber os lábios ao ver os “adultos” beberem.
-“Um copo, por favor- diz a inocente garota.”
Mal sabe que não se pede um copo, mas sim uma dose!
-“Aqui querida, aprenda a saborear com calma, não podes ficar bêbada! Ainda tem outras garrafas, de outras safras. Não queira tudo de uma vez!”
E aos poucos, a menina vai se acostumando...
Mas a tola garota jamais vai esquecer os primeiros porres. Só de lembrar a cabeça torna a doer. E ela se recorda dos vexames causados pela imaturidade.
E diante do espelho, retomando sua essência, de mulher madura, um pouco “amassada” pelo porre anterior, ela tenta se recompor.
“Isso, um banho! É tudo que precisa! Uma bela roupa, um toque de maquiagens.
Esta linda! Perfumada... Aonde vai?
Não! De novo não! Saia desse bar largue essa garrafa! Menina teimosa, já com a taça na mão.
Eu tento alertá-la, mas ela insiste em beber mais...
Essa sou eu.
A razão.... A mulher...
A que ensina que beber é bom, mas a que mostra o quanto a ressaca é péssima.
E a menina... Também sou eu
O coração...
Que sabe o quanto vai se sentir mal, mas que quer beber ate não agüentar mais.
O interessante disso tudo?
Somos as mesmas pessoas.
Menina-mulher
Mulher-menina
Razão e emoção...
Qual das duas consegue seguir?
Ainda sentindo os sintomas por ter bebido demais.
Náuseas, mal estar e sentimentos de culpa.
-“Por que cai nessa tentação novamente? Uma hora eu aprendo e paro.”
Tola garota. Mal sabe que beber também faz bem.
Um gole de vez em quando...
Um porre hora ou outra, não a deixara fraca.
Mas, a ensinara beber.
Porque nem todos sabem apreciar as bebidas e acabam “virando o copo” ate mesmo com puro álcool.
Pobre menina... Com os olhos de criança, olha em todos os copos, garrafas e bares. Sedenta por uma boa bebida. Chega ate a lamber os lábios ao ver os “adultos” beberem.
-“Um copo, por favor- diz a inocente garota.”
Mal sabe que não se pede um copo, mas sim uma dose!
-“Aqui querida, aprenda a saborear com calma, não podes ficar bêbada! Ainda tem outras garrafas, de outras safras. Não queira tudo de uma vez!”
E aos poucos, a menina vai se acostumando...
Mas a tola garota jamais vai esquecer os primeiros porres. Só de lembrar a cabeça torna a doer. E ela se recorda dos vexames causados pela imaturidade.
E diante do espelho, retomando sua essência, de mulher madura, um pouco “amassada” pelo porre anterior, ela tenta se recompor.
“Isso, um banho! É tudo que precisa! Uma bela roupa, um toque de maquiagens.
Esta linda! Perfumada... Aonde vai?
Não! De novo não! Saia desse bar largue essa garrafa! Menina teimosa, já com a taça na mão.
Eu tento alertá-la, mas ela insiste em beber mais...
Essa sou eu.
A razão.... A mulher...
A que ensina que beber é bom, mas a que mostra o quanto a ressaca é péssima.
E a menina... Também sou eu
O coração...
Que sabe o quanto vai se sentir mal, mas que quer beber ate não agüentar mais.
O interessante disso tudo?
Somos as mesmas pessoas.
Menina-mulher
Mulher-menina
Razão e emoção...
Qual das duas consegue seguir?
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