
Queria parar... Não consigo!
Vejo borboletas, ouço pássaros e sinto cheiro de algodão doce.
Quero mas não quero;
Posso e não permito;
Finjo e acredito que não me importo.
Transparece a realidade;
Permanece algumas duvidas.
Escondo-me do obvio e levanto minha muralha.
Essa mesma que cai ao ouvir sua voz.
Mas quando estas em silencio, tudo volta ao normal, ao meu natural.
Sinto que se levanta algum escudo como se houvesse alguma guerra.
Mas, há uma guerra!
Há um combate e apenas um guerreiro, que fica na defesa ao lembrar de você.
Permito-me voltar alguns anos onde a realidade da minha vida era outra.
Onde via flores e um céu mais colorido.
Então percebo que com você eu consigo enxergar alem de tudo isso!
Talvez dessa vez eu deva fazer diferente.
Posso deixar que esse amor simplesmente invada e despedace todas as muralhas por mim levantadas.
Posso permitir-me sonhar novamente, afinal – já ouvimos dizer – que uma grande árvore já foi uma pequena semente.
Verei então a vida de outra forma, onde tudo é um faz de conta permanente, onde se é licito amar e ser amada. E meu passado cheio de desilusões seja enterrado.
Faremos de nosso mundo, um mundo só nosso!
Sinto-me feliz.
Sinto que serei feliz...
Por favor, não vá embora!
Vejo borboletas, ouço pássaros e sinto cheiro de algodão doce.
Quero mas não quero;
Posso e não permito;
Finjo e acredito que não me importo.
Transparece a realidade;
Permanece algumas duvidas.
Escondo-me do obvio e levanto minha muralha.
Essa mesma que cai ao ouvir sua voz.
Mas quando estas em silencio, tudo volta ao normal, ao meu natural.
Sinto que se levanta algum escudo como se houvesse alguma guerra.
Mas, há uma guerra!
Há um combate e apenas um guerreiro, que fica na defesa ao lembrar de você.
Permito-me voltar alguns anos onde a realidade da minha vida era outra.
Onde via flores e um céu mais colorido.
Então percebo que com você eu consigo enxergar alem de tudo isso!
Talvez dessa vez eu deva fazer diferente.
Posso deixar que esse amor simplesmente invada e despedace todas as muralhas por mim levantadas.
Posso permitir-me sonhar novamente, afinal – já ouvimos dizer – que uma grande árvore já foi uma pequena semente.
Verei então a vida de outra forma, onde tudo é um faz de conta permanente, onde se é licito amar e ser amada. E meu passado cheio de desilusões seja enterrado.
Faremos de nosso mundo, um mundo só nosso!
Sinto-me feliz.
Sinto que serei feliz...
Por favor, não vá embora!
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